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A Rosa Malva é a Mané Pupo

A Rosa Malva é a Mané Pupo: um projecto para viver e apaixonar.
100% portuguesa, 100% feita à mão,

A Rosa Malva recupera a História e as histórias do quotidiano em objectos cheios de ternura, memória e movimento para que aquilo que realmente importa
– o Amor e a Alegria – sejam celebrados vezes e vezes sem conta em qualquer tempo e em qualquer lugar.

Sobre a Mané Pupo

INTRODUÇÃO
 
                    A Mané Pupo é uma Menina-Mulher feita de paixão. Vive para estar apaixonada. Apaixona-se para viver. E tudo é motivo de paixão: as pessoas, as coisas, as ideias, as palavras e os cinco sentidos. Tudo isto ela leva para um universo interior onde reconstrói tudo à sua medida e longe das leis, preconceitos e convenções dos Homens. Mas o seu trabalho não é o reflexo desse mundo interior. É antes a quantidade imensa de pontes que ela lança para manter em comunicação os dois mundos a que pertence, e desse modo defender aquilo que realmente importa – que o Amor e a Alegria – sejam celebrados vezes e vezes sem conta em qualquer tempo e em qualquer lugar.
 
 
 
HISTÓRIA
 
                    A Mané Pupo criou a Rosa Malva para que existisse um meio de se relacionar com o mundo. Fazendo uso da sua sensibilidade e formação artística em diversas áreas, especializou-se na cerâmica e assim vai criando peças que encantam pelos detalhes, ternura e histórias que conta. Isto porque, na sua essência, foi idealizada como um projeto para viver e apaixonar. É um projecto autobiográfico, mas com uma missão muito forte: garantir que aquilo que realmente importa – o Amor e a Alegria – sejam celebrados vezes e vezes sem conta em qualquer tempo e em qualquer lugar.
                      Os valores familiares, de educação católica e a grande componente afectiva que encontramos nas peças são o reflexo da vida e do percurso pessoal da Mané Pupo.
                    Nascida no seio de duas grandes famílias, onde os laços afectivos foram sempre mantidos, cultivados e fortalecidos geração após geração, é o tema mais retratado pela Mané, na Colecção Ternura, explorando constantemente os valores da afectividade, da amizade, do amor e da ternura.
                    A colecção dos Santos tem também uma importância especial, pois na sua educação católica foi ensinada a tirar os Santos do pedestal e a humanizá-los, devolvendo-os ao estatuto de pessoas comuns que se tornaram extraordinárias através da forma como viveram sob o lema de amar e ser feliz. Esta é a razão pela qual a Mané nunca retrata nenhum santo triste ou em sofrimento. E aliás, toda esta aventura começou precisamente com a criação de uma representação inovadora do Santo António a brincar com o Menino Jesus, fruto da imagem que criou aos 4 anos de idade com base no poema de Augusto Gil “O Passeio de Santo António” que o seu pai declamava à cabeceira antes de dormir.
                    Em todas as peças que produz, existe sempre uma história por trás e todas são contadas com alegria. No fundo, a Mané Pupo encontrou a justificação para a sua existência ajudando a lembrar, através do seu trabalho, a importância dos pequenos gestos – Beijos, Abraços e outras manifestações de Ternura – para a construção de um mundo mais feliz e com mais amor dentro e fora de cada um de nós. O seu maior ganho está em cada sorriso que a oferta de uma peça sua provoca na pessoa que a recebe.
 

O MEU PROCESSO
 
                     Tenho dentro da minha cabeça muitas imagens sempre a brincar. São memórias do corpo e do coração, são desejos e sonhos, e até medos também. De vez em quando convido uma dessas imagens a saltar para as minhas mãos e nasce uma nova peça da colecção Rosa Malva.
                    Não há desenhos prévios, nem projectos ou gatafunhos. As minhas mãos interpretam directamente no barro esse pedacinho de mim que vai passar a ser partilhado com muita gente. Claro que durante o processo de modelação há consideraçõe técnicas a tomar em atenção, para que as fases seguintes corram bem e sejam exequíveis.Terminado o protótipo, vou ter com o modelador, que vai fazer um primeiro molde para podermos avaliar os detalhes a afinar.
                    Feito isso, produz-se então uma madre e reproduzem-se alguns moldes para dar início à produção, pois de cada um, só se tiram cerca de 3 peças por dia, e os próprios moldes, por serem em gesso, vão-se desgastando e é preciso fazer novos.
                   Cada molde recebe a pasta cerâmica líquida por um pequeno orifício. Passadas algumas horas abrem-se as partes e sai de lá a peça que precisa de ser limpa das "barbas" de ligação com a ajuda de uma espécie de faquinha e de uma esponja molhada em água para alisar as imperfeições.
                   Depois de estar bem seco, vai finalmente a cozer na mufla (forno) durante muitas horas e a uma temperatura de várias centenas de ºC.
                   Quando o forno é aberto e as peças (agora chacota ou biscoito) estão suficientemente frias para serem manipuladas, são revistas e aplica-se o vidrado de cor por imersão e aspersão.
                   Novamente depois de secas, voltam ao forno para a segunda cozedura. Isto tudo leva muitos dias. Finalmente chega a hora de adicionar etiquetas, as fitas com os nossos queridos lacinhos e são então embaladas e armazenadas. 
                   Passam, assim, por muitas mãos, todas com a dedicação necessária para que cada peça fique carregadinha de carinho e cumpra plenamente a sua função - de celebrar a Alegria e o Amor - junto de quem a recebe.

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